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As 5 substancias mais viciantes e como elas afetam o seu cérebro.

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Você já se perguntou quais são as substâncias mais fisicamente viciantes e o que elas fazem com o seu cérebro? O pesquisador David Nutt focou nisso para que ele e seus colegas trabalhassem num sistema de classificação das drogas que causam dependência em uma escala de 3 pontos. A escala funciona assim: 3 é a maior pontuação, ou seja, a substância é maximamente viciante. Aqui está um breve resumo sobre os seus achados.

 

Com a exceção de barbitúricos (calmantes e sedativos), em todos os casos o sistema de dopamina do cérebro está envolvido. Aumentar os níveis de dopamina ou mesmo bloquear os receptores inibitórios de dopamina no cérebro encontram-se entre os mecanismos de cada uma dessas substâncias viciantes.

 

O álcool ficou em quinto lugar, com uma pontuação de 1.9 de 3 na escala de dependência, com barbitúricos sendo a quarta substância mais viciante. As pessoas que consomem bebidas alcoólicas obtêm um aumento de dopamina constante com cada bebida subsequente. Os que consomem barbitúricos interrompem o fluxo de íons de sódio no cérebro, o que impede que os neurónios disparem potenciais de ação. É por isso que eles causam os efeitos de letargia, sonolência, calma e frequência cardíaca e respiratória reduzidas.

 

A nicotina, o principal componente do tabaco, é a terceira substância mais viciante. Tal como acontece com o álcool, a dopamina é aumentada com cada dose de nicotina que chega à corrente sanguínea.

 

O crack (e a cocaína) vem em segundo lugar na escala de vício. A cocaína funciona bloqueando os receptores inibitórios de dopamina no cérebro. Isto é, a cocaína impede que o sistema de dopamina seja capaz de ser desligado.

 

Com uma pontuação perfeita de 3 de 3 na escala de Nutt, reina a heroína como a substância mais viciante. A heroína pode fazer os níveis de dopamina subirem para cerca de 200% do normal, e até mesmo quantidades relativamente baixas dessa droga podem causar parada cardíaca e morte.

 

Para conferir o estudo na íntegra, clique aqui.

Fonte: Blog BrainHQ®

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