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Desigualdade de gênero: como os vieses inconscientes prejudicam a carreira de mulheres

Você sabe o que são vieses inconscientes? A desigualdade de gênero está tão enraizada em nossa cultura que, por vezes, é difícil detectá-la – e isso também se reflete no mercado de trabalho. Aqui entra a pergunta que fizemos no começo do parágrafo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Os vieses inconscientes estão relacionados ao conjunto de estereótipos armazenamos ao longo da vida a partir de nossas vivências, como memórias de nossa infância – agradáveis ou não –, percepções que adquirimos a partir de pessoas de nosso ciclo de convivência e até mesmo informações que obtemos a partir da mídia”, resume Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa.

Como o nome indica, eles são inconscientes. É como se cada vivência ficasse armazenada em um grande banco de dados dentro da nossa mente, formando um sistema de crenças. A cada nova interação, nosso cérebro recorre a essas informações para julgar a situação que está sendo vivida naquele momento.

“O problema é que, sendo o nosso cérebro uma máquina extremamente produtiva, este processo se dá numa fração de segundos, o que nos impede de perceber que estamos sendo tendenciosos – ou seja, que estamos julgando de acordo com um viés pessoal que utilizamos para formar uma visão sobre tudo o que nos cerca”, afirma.

Aqui começam os entraves que dificultam, e muito, a vida das mulheres ao longo de suas carreiras.

Como vieses inconscientes aprofundam as desigualdade de gênero no mercado de trabalho?

Geralmente, o momento da contratação é o primeiro contato do recrutador com o candidato. Nessa situação, em vez de tirar conclusões racionais, o cérebro simplesmente julga de maneira intuitiva, a partir de estereótipos armazenados.

“Assim, esse poderoso sistema de crenças fica gravado no inconsciente e muitos dos comportamentos que as pessoas têm nas corporações são guiados por aquilo que acreditam ser verdade”, explica Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, agência que presta consultoria em diversidade para empresas.

 

 

Fonte: Finanças Femininas

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