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Cientistas encontram maneira de prever ações humanas 11 segundos antes de acontecerem.

Estudo de universidade australiana mostrou que nosso inconsciente pode antever as decisões práticas que tomamos.

Cientistas da escola de psicologia da Universidade de South Wales, na Austrália, descobriram uma maneira de mapear o cérebro humano a fim de prever suas ações com até 11 segundos de antecedência, aponta estudo publicado na revista Scientific Reports.

Antes mesmo de as pessoas agirem, ondas de calor cerebral se manifestam e padrões podem ser percebidos através do seu inconsciente. O estudo relata que os pesquisadores foram capazes de prever as ações dos 14 participantes da experiência antes mesmo de declararem conscientemente suas escolhas, apenas por meio de suas pré-definições inconscientes do cérebro.

E como isso acontece? Os neurocientistas reuniram os participantes e monitoraram individualmente sua atividade cerebral através de aparelhos de ressonância magnética funcional (FMRI). Quando submetidos à observação de dois diferentes padrões visuais, os participantes deveriam optar por um, e posteriormente responder o quão vívido o padrão era percebido por eles.

O pesquisa indica, portanto, que nosso inconsciente têm muito mais relevância em nossas ações conscientes do que imaginamos. Isso poderia, aponta o site Quartz, contrapor até mesmo o conceito de livre arbítrio.

O mesmo estudo explica ainda que imagens indesejadas, tais como as experimentadas após um trauma, surgem primeiramente como pensamentos inconscientes. Sendo assim, podem tornar-se conscientes à medida em que são mentalizadas em excesso. O mesmo acontece com os pensamentos positivos.

No entanto, os responsáveis pela pesquisa apontam a relevância em se debater a dominância total do inconsciente em nossas escolhas reais: “Nossos resultados não podem garantir que todas as escolhas sejam precedidas por imagens involuntárias, mas mostra que esse mecanismo existe e potencialmente viola nossas escolhas cotidianas”, diz um dos autores do estudo, Joel Pearson, em um comunicado ao portal Medical Press.

 
 

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